Domingo, 15 de Janeiro de 2017

Mar

Ó mar, que palavra tão profícua

Dás-nos asas para em ti navegar

Pirateando para continuar a míngua

Ah! Que fome da descoberta e do amar

 

Desconhecido com suas marés e ondas miríficas

Anunciando em rebentações o que se pretende alcançar

De onde vem, manda-nos mensagens holísticas

Dizendo-nos que com a descoberta muito há que andar

 

Andamentos com suas partidas e chegadas

Almejando partir como retornar

Vôos alados rasando almas aladas

 

Partamos então para Marte

Que tanto se observa como se põe a observar

Pensemos, pois, nesta bela arte

 

Sérgio Resende, 2000

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publicado por sergioresende às 17:44
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